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Vanderlei Luxemburgo

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  1. 19/07/2007

    Finalmente!



    UFFFA! Estava eu achando que era pé frio, pois ainda não havia escrito nada sobre vitórias atleticanas, mas enfim a dita apareceu e veio com força e lampejos de bom futebol.

    Minha esperança foi renovada no domingo, a seleção do Dunga ganhar fácil da Argentina me fez pensar: "se essa seleção ganhou, por que não o meu Atlético?" Mais tarde, ainda durante a noite, recebo a notícia de que realmente esqueceram o Christian no Rio, coitado do Flamengo. E para fechar com chave de ouro minha motivação: Michel está machucado e, ALELUIA IRMÃO, colocaram o Erandir no banco e o menino Roberto no campo, Deus atendeu nossas preces, o Atlético era outro.

    O Atlético entra em campo afim, com vontade, excitado, é só isso que a torcida pede, não precisa ser magistral ou magnífico, tem que ser sim o reflexo de nossos corações, vontade de vencer a qualquer preço, e quando o Furacão está assim ninguém impede seu poder de devastação. Ganhou fácil do fragilísssisssissimo Juventude, que sinceramente foi o pior time que eu vi na Arena e ainda tem em seu craque a figura de Willian, velho conhecido e primo-irmão chegadão lá pras bandas de onde vivem Christian, Erandir e Michel. Os gaúchos que se cuidem, pois tá feia a coisa.

    Foi ótimo ver um Jancarlos mais magro, com aqueles piques, acertando passes e fazendo gol, foi aliviante ver Evandro correr e não cair, realmente o Delega tem a manha de renovar jogadores. Parabéns!

    AH!!...Eu não podia deixa de mencionar! Foi ilariante e ridículamente deprimente a atuação de ambos os auxiliares, o primeiro manda voltar um penalti no qual a bola entrou e o goleiro se adiantou, e o segundo, meu camarada, o segundo assitente, deu impedimento de um lance proveniente de uma cobrança de lateral, menos mal que o bom árbitro Cintra corrigiu em tempo a @#%#@ de seus amiguinhos.

    Tava um frio! Frio daqueles que somente nós atleticanos estamos acostumados a enfrentar. Mas o frio ficou do lado de fora do Caldeirão, lá dentro a coisa foi bem quente graças à força de nossa torcida e a resposta em campo de nossos jogadores. Agora é ganhar do América e embalar de vez! SAIU A NHACA!!!!

    SAUDAÇÕES RUBRO NEGRAS! O FURACÃO ESTÁ VOLTANDO!

  2. 13/07/2007

    Eu já sabia



    Uma vez perguntaram ao Zé do Caixão de onde ele tirava a inspiração para seus filmes e ele respondeu: " NADA É MAIS TERRIVIIII DO QUE MEUS PESADEELOOO!"

    Assisti a partida obrigado ontem, era um "terrivi pesadelo", pois não me conformo em torcer para não perder, mas com o cenário pintado não havia solução: time C do Atlético contra um time "horriiiiiiiviii" do Vasco, dois times ridículos fazendo na minha opinião o pior jogo da história do Campeonato Brasileiro, e olha que eu não assisto os do Coxa. Nem meu cachorro aguentou, ele que nunca fica sozinho, não deu 10 minutos foi para a cozinha deitar no tapete. é triste, mas é a realidade.

    Sem 8 possíveis titulares, e ainda para ajudar a bruxa, duas substituições por lesão antes do segundo tempo, tá certo que o Michel ter saído não foi tão ruim, mas enfim, isso somado ao gol mal anulado de Marcelo decretou nossa vexatória apresentação. Eu acho que escreveram o nome do Antonio Lopes num papel e amarraram na boca de um sapo, só pode.

    Amigos, para resumir a anedótda, não é só o Furacão que está mal das pernas, o momento do futebol brasileiro é "terrííííívi": a seleção sub-20 faz fiasco na Copa do Mundo; a seleção do Dunga tá mais para seleção do Soneca ou da Branca de Neve; um dos piores times que o glorioso Vasco já teve está em 4º lugar no brasileirão; o Ídolo pintado para este campeonato é pego no dopping e pra fechar o Erandir renovou o contrato com o Atlético. Sério, ninguém merece; na real alguns merecem, mas não a grande nação Atleticana.

    Agora nos resta assistir a final da Copa América e torcer para a Argentina. Porque caso a seleção do Soneca ganhe este título, tudo o que é de ruim em nosso futebol será premiado: times de empresários, com 8 volantes e com nenhuma consideração com o torcedor.
    A vitória do Brasil nesta Copa América fará uma analogia perfeita, guardada as devidas proporções, com a vitória da Itália sobre o Brasil de 82: um desastre para o bom futebol.

  3. 07/07/2007

    Triste



    São inúmeros os motivos para minha tristeza, motivos lógicos e contundentes como o resultado de derrota, ou da percepção de que temos um plantel pífio e de que dependemos de trës jogadores, Ferreira, Valencia e Alex Mineiro.

    O Atlético parecia renovado em sua escalação, caras novas, oportunidades novas, mas o mesmo erro fatal: a falta de vontade. O único jogador que corre e tenta, erra, mas tenta, chama-se Pedro Oldoni e eu não consigo entender porque cargas d'água nenhum técnico deixa o menino jogar mais do que 30 minutos. Pö Delega! Solta o piá!

    Triste também porque é simplesmente impossível assistir o jogo pela Tv e não sentir-se mal.
    Parece que o jogo é Brasil e Uruguai e, obviamente os uruguaios somos nós. Pö meu amigo! Somos ATLÉTICO PARANAENSE! ATLÉTICO DO paraná é a sua @#$#$#@@$$@@!!!! Enfim, quando passa jogo do furacão na Tv já me preparo, hoje eu náo sou brasileiro, sou uruguaio.

    Triste também porque tenho que admitir, o Botafogo foi infinitamente superior, parabéns pela vontade, pois vontade é mais da metade do caminho para a vitória.

    AH! Só para constar quando foi que eu larguei os betes:
    "Alteração no Atlético do paraná ($@#@#$%$%@@), sai Alex entra Christian! O narrador já me irrita, e ao pronunciar a alteração intãò! Neste momento, eu fui brincar com meu cachorro. Esta frase fez trincar minha quinta costela inferior.

    Agora outro jogo fora, tomara que esqueçam o Christian por lá.

  4. 04/07/2007

    BISONHO



    Mais um jogo em casa, mais um resultado decepcionante. No caminho de volta do estádio até meu carro fiquei tentando adjetivar o acontecido em uma só palavra: BISONHO foi o que mais se aproximou da realidade.

    Ao ver a escalação do meu Atlético ontem, tive três tipos de medo:
    Christian, Erandir e Michel, nossos jogadores bisonhos. Christian, que vindo do Paulista, muito bem recomendado, quis inventar aqui que não é volante e sim meia armador, ou seja, não faz nenhum, nem outro. Erandir, primo-irmão de Vadão e chegadão-filho de Givanildo tem literalmente os olhos na nuca, pois não sabe andar para frente. E, por último, mas não menos bisonho, Michel, que para não ofender, simplesmente não é jogador de futebol. Citando uma frase de um colega: “o Michel parece que ganhou alguma promoção na qual um torcedor qualquer entra em campo e joga uma partida oficial”, ou seja, simplesmente perdido.

    JUSTIFICANDO o porquê de meu TÍTULO BISONHO:

    - Escalação bisonha;
    - Nosso goleiro, inexperiente ou desligado no momento, pega com as mãos uma bola recuada pelo zagueiro, resultado: falta dentro da área;
    - A zaga rebate bem a falta, com o excelente Gustavo, o atacante do Náutico chuta novamente, bôlôlô na área e? MICHEL FAZ CONTRA. BISONHO.

    Lutamos, gritamos, finalmente saem Christian e Michel para as entradas de Pedro Oldoni e Válber. O time melhora e conseguimos o empate. O Furacão pressiona e aí? ALEX MINEIRO inexplicavelmente dá uma cotovelada no zagueiro pernambucano e é expulso. BISONHO. Depois disso, foi só esperar o apito final naquele chove não molha curitibano, tendo que agüentar cada hora um xingamento diferente e não podendo fazer nada.

    Nossa torcida não tem mais paciência, o que é uma pena, mas é obviamente justificável, ao primeiro passe errado já tem gente xingando e vaiando. Isso é muito triste, mas só existe uma maneira de mudar isso: O furacão jogar com vontade, o que não está acontecendo quando joga na Arena.

  5. 02/07/2007

    Musa Atleticana


    Salve mundo rubronegro! Todos sabemos que uma
    atleticana linda é um pleonasmo!

    O GloboEsporte.com quer saber quem será a musa do Brasileirão, mas antes disso, cada time tem que escolher a sua. Para quem está acostumado a ir no melhor estádio do Brasil e sempre encontrar lindas paisagens, estamos muito bem representados:
    Luhanna Meloni, Roberta Salles e Priscila Kondo respectivamente.

    Basta entrar no site da votação: www.globoesporte.com/musas e votar na sua, ou melhor na nossa musa.

    Navega por lá, cada clube tem sua musa! Afinal, Mulher bonita não tem time!

  6. 02/07/2007

    CLÁSSICO?



    Primeiramente peço desculpas pelo atraso na redação deste humilde comentário, pois estava eu debilitado e derrubado por uma daquelas gripes curitibanas, mas enfim, cá estou.

    Antes do pseudo clássico começar eu já tinha algumas certezas, uma delas era a de que em algum período do jogo estaríamos com um jogador a menos, pois quando o Héber apita isso é regra para o Atlético. Mas para minha surpresa, o Héber nem foi mal no jogo e deu corretamente o cartão vermelho para o Danilo. Então, somada a expulsão de Danilo com a escalação de Jancarlos, estávamos nós atleticanos com dois jogadores a menos, pois o digníssimo lateral direito fez de conta que saiu do vestiário. Lerdo, fora de forma, de foco, de planeta, ele destoa do resto do time. Até o Christian tá melhor do que ele, e olha que melhor que o Christian tem uns três lá no meu futebol de segunda à noite. Enfim, Jancarlos, culpado direto pelos gols sofridos.

    O Atlético sofreu, sofreu com o péssimo, horrendo, escabroso, inadmissível, fantasmagórico estado do gramado do puxadinho estádio do Viaduto. Não existe futebol em um campo desses. A bola não corre, quica, os jogadores não correm, pulam. Uma piada. É um campo de segunda divisão e olhe lá. Nosso toque de bola envolvente envolvia somente os buracos e depressões do pasto, o campo que tem atrás da Igreja da Santa Rita está em melhores condições, mas enfim, dos males o menor. Empatamos na raça, finalmente temos um time, graças ao nosso delegado, que graças a Deus tirou o Erandir e colocou o excelente Valência e que fez ressurgir das cinzas a vontade de nosso Alan Bahia, que fez um golaço. Ah!!!...o golaço era a minha outra certeza, sempre tem um golaço atleticano no pseudo clássico, além de que o Flávio sempre, sempre falha num gol. Mas minha certeza maior era a de que não perderíamos, pois o Furacão das Américas ressurgiu, aguardem novos estragos, terça feira tem mais.

    Só pra concluir, o verdadeiro clássico do sábado nós vencemos por 5x1, ATLETIBA final do paranaense juvenil, e nem preciso dizer que tinham mais torcedores presentes na Arena do que no estádio debaixo do viaduto.

    Até terça Kyocera Arena! Nós atleticanos vamos ao estádio, faça frio, chuva, time ruim ou bom, nós vamos pelo Atlético, a união faz a força, o Atlético nos fortalece.

  7. 28/06/2007

    SELEÇÃO ESTRANGEIRA DO BRASIL



    Antes eu ficava decepcionado, agora não mais. Com certeza nosso Alex Mineiro jogaria com um pé nas costas nesse pseudo time montado pelo Dunga, mas ainda bem que técnico da seleção brasileira nunca olha pro estado do Paraná. Iriamos sempre ficar desfalcados. A seleção perdeu a identificação com o Brasil, jogadores que ninguém nunca ouviu falar, que somente por jogar... ou melhor....tentar jogar na Europa estão na seleção. Invenções como a desse Wagner Love, Alex, dentre outros.....não consigo torcer do mesmo jeito e digo:

    Se jogar Brasil e Atletico...sem pensar duas vezes....torço pro meu Furacão.

  8. 26/06/2007

    Pra começar bem nosso blog, aqui vai o link de um video, um gol bem simples...básico, mais um gol como tantos outros por ae. Como é semana de pseudo clássico, nada melhor não?

    http://www.youtube.com/watch?v=O9nQrk1bgD4

  9. 26/06/2007

    E somos a maior....do sul do Brasil!


    Sou atleticano, sou furacão, sou rubro-negro, sou fanáticos, sou Sicupira, sou Washington, sou Alex Mineiro, sou Atlético x Mogi Mirin, Atletiba da revolução.

    Não nasci atleticano, quando era criança amava futebol, assistia televisão, naquela época, assim como hoje, passavam somente jogos dos times do eixo, nem sabia que o Atlético existia. Mas quando aprendi a dizer não, quando consegui andar realmente sozinho, descobri um time que jogava com raça, que fazia o impossível, que jogava na chuva, na lama, que sujava a camisa, que tinha um Matosas, que nunca desistia, um time que gritava, que a torcida fazia a diferença, foi paixão à primeira ouvida. Me senti finalmente parte de algo, afinal, que pessoa em sã consciência torce para um time do qual não participa, me senti um bocó pelo tempo que passei dizendo que torcia para um time que eu só via pela Tv. Aqui eu vou ao estádio, agora ao melhor estádio do Brasil, antes no pior, mas estava lá...gritando e dando força, o time podia não ser ótimo, mas lutava e a torcida sabia q era parte integrante e fator preponderante para a vitória. Me encontrei atleticano. O Atlético me ajudou, me identificou, vi que minha luta, meu grito pela minha cidade tinha um representante à altura. O Atlético nos une, a união nos fortalece.

    Agora, aqui no blog do torcedor do globoesporte.com, achei mais uma ferramenta do ser atleticano, estou aqui para falar sobre nós atleticanos, pois o Atlético é feito pela nossa gente. Estamos passando por um período um pouco conturbado, nosso time está nervoso jogando em casa e precisa da sua torcida, vamos nos lembrar de como somos importantes, de como fazemos parte do nosso time, sem torcida não existe Atlético.

    Por isso digo:
    Somos atleticanos, somos furacão, somos rubro-negros, somos fanáticos, somos Sicupira, Washington, Alex Mineiro, somos Atlético x Mogi Mirin, Atletiba da revolução. Somos todos um só coração.

  10. 26/06/2007

    Texto que me qualificou a ser o representante atleticano no blog do torcedor



    Mistão quente com jogo frio. (Atlético-Pr 0 x 1 Santos)
    Marcus (alemão torcedor do Weder Bremen presente na Arena no último domingo)“ A torrrrrcida dexti lado di cima tem que gritarr junto e apoiarr o time, o brassilênio preferi xingar do qui apoiarrr”.

    Conheci o Marcus no domingo, ele comprou ingresso para a cadeira ao lado da minha, estava ele com a camisa do Atlético, na hora fiquei impressionado com o fanatismo de um alemão pelo meu clube de coração e acabamos ficando amigos.

    Começa o jogo, o Santos mistão do Luxemburgo contra meu Atlético pão com margarina, na hora pensei: “ hoje todos nossos defeitos serão explorados”, dito e feito.

    O Santos toca a bola com maestria, time mistão entrosado como presunto e queijo, a torcida fanática do Furacão pressionando como sempre, mas o Atlético estava frio, assim como o clima. A friaca geral foi passando para o torcedor e congelando momentaneamente nossas expectativas com o gol de Tabata. E eu, olhava para o Marcus, ele com seu copo sempre cheio de cerveja me respondia com uma cara de, “calma amigo, ainda vamos marcar”, mas a paciência foi se esgotando, mal sabia ele que não era por este jogo, ou por esta jogada em si, a torcida está insegura com o time há tempos, a força do furacão depende de sua torcida, e esta estava com frio.

    Nisso surge Alex Mineiro, sempre ele, livre, de cara com o goleiro santista e? Chuta mal e o goleiro põe pra escanteio. Olhei para o Marcus, tava tranqüilo, com a mesma cara de “calma, foi quase!”.

    Vem o segundo tempo, Vadão contradiz sua tradição e já modifica o time no intervalo, entra o estreante Thiago, oriundo do campeão Paranavaí. Esperanças renovadas com o apito do juiz, o Atlético até melhora, mas o mistão santista parece correr riscos controlados. Jogo vai, jogo vem e nada. Marcus não parece impaciente, apenas esperançoso. Vadão modifica novamente o time, tirando o lento Jancarlos e modificando o time para o 3-5-2, esquema pedido por todos, o time melhora, vai pra cima, Denis Marques recebe de frente para o gol e? Perde. Nisso eu já me sentei, mas Marcus continuava bebendo e tranqüilo. A torcida acorda, me levanto, o final do jogo é novamente quente, o Atlético vai pra cima com tudo, o Santos coloca um pouquinho de orégano em seu mistão com as entradas de Pedrinho e do excelente Zé Roberto, mas o Furacão é melhor, contudo não traduz esta condição em gol.

    Último lance, falta a ser cobrada por Netinho, bola na barreira......”bôlôlô na área” Alan Bahia sozinho com o goleiro....e? Bola pra fora!!! Inacreditável!!! Esbocei um xingamento daqueles, olhei para o Marcus, agora com cara de assustado, impressionado com a torcida Atleticana, me resignei e não xinguei. Acaba o jogo, derrota formalizada.

    Na despedida Marcus diz:
    “Amigo, não fique trixti, na prróxima nóix ganhamus” OH! Pensamento evoluído pensei.
    Cumprimentei-o, nos despedimos, fui pra casa matutando:
    “Será que eu devia ter xingado mais? Ou gritado mais?

João Marcelo Veras, curitibano, 29 anos, casado. Publicitário há 6 anos, trabalhou nas agências: Modus Operandi, Ericson Straub Design, Guibor Propaganda, Agência Tall. Atualmente é Diretor de Criação da Roteiro Marketing de Informação.

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