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Vanderlei Luxemburgo

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  1. 17/09/2007

    Só eu sei....porque eu não fico em casa!!


    Netinho, voando alto com a torcida.

    Esperei a semana toda, nem me importei com a imensa-penta-mega fila que se formou para entrar na Arena. Quando finalmente consegui entrar, a partida já tinha começado, estádio lindo, cheio, vibrante, fiquei feliz e surpreso por terem respeitado meu nome na cadeira e ter conseguido ficar no meu lugar, era um sentimento incomparável. Entrei e senti paz, vi um time aguerrido, uma torcida que emociona e que obviamente é a diferença entre propaganda e realidade, enquanto alguns falam, nós atleticanos fazemos.

    Não há como não comentar o bem-humorado outdoor coxa veiculado esta semana em Curitiba. Achei legal, esta rivalidade é sadia, sem violência e num clima de Atletiba que faz falta, sinto falta de Atletibas, o verdadeiro clássico. É lógico que, para variar, nossos adversários se preocupando mais conosco do que com seus próprios times novamente nos ajudaram. Obrigado GG! O caldeirão estava pleno. Mais de 23 mil pessoas.

    Vamos ao jogo.
    Estréias: Marcelo Ramos caiu como uma luva em nosso time, jogou e jogou muito. Piauí mostrou que tem tudo para finalmente ser o lateral esquerdo efetivo e eficaz que nosso Furacão tanto precisa.

    Parmêira: Caio Potter Jr. cansado de levar goleadas na Arena entrou com 5 volantes e conseguiu um feito: ser o treinador do primeiro Palmeiras a marcar um gol na Arena. Foi uma boa partida, os palmeirenses chegaram a assustar, mas não adiantava, o dia era rubro-negro.

    Ney Franco: Reza pela cartilha atleticana: Fazer acontecer e deixar que os outros se incomodem em comentar. Arrumou nosso time no 3-5-2, não teve medo de tirar quem fosse, estreou jogadores, trouxe Rogério Correia novamente para o time e faz de Netinho seu fiel escudeiro para a boa fase.

    Netinho: Cara, você está entrando para o Hall dos ótimos meio-campistas da história atleticana. Raça e qualidade são tudo o que o torcedor quer em um jogador. Mais uma vez foi o melhor em campo e não se preocupe, a titularidade é sua por merecimento.

    Clayton: Guerreiro rubro-negro. Todo dia eu agradeço por terem trocado o Christan por você. Volante que realmente dirige o time. Dirige o time e rege a torcida, suas atuações e participações têm nos feito sentir mais presentes na partida. Você tem sido o espelho fanático da nossa torcida, nós gritamos lá de fora e você grita de dentro do campo. Dentro em breve será o nosso capitão.

    E AGORA! PEDRO OLDONI: Foco da discórdia entre alguns torcedores, uns o amam outros odeiam. Mas o que ninguém pode dizer é que você não sabe fazer gol. Eu te vi aquecendo láááá do outro lado, olhando pra cima como quem pedisse por aquele momento. Parabéns mais uma vez, atleticano fanático que sei que é, mais uma vez fez por merecer. Você faz e os outros falam.

    Ferreira: Foi ferido em batalha e nos deixou muito preocupados. Fez muita falta quando saiu. Notícias dão conta de que nosso craque está bem e fora de perigo. Volta logo! Êra, Êra o Ferreira é da Caveira!

    Torcida: PERFEITA. É indescritível o orgulho que eu tenho em ser atleticano.

    Agora temos uma semana para trabalhar forte para o pseudo-clássico de domingo e enterrar de vez esta história de rebaixamento.

    P.S. Amigos multicolores, na Arena tem que pagar o ingresso, ok? Não adianta chegar com o sopão na mão.

    UM ATLÉTICO UNIDO É INTRANSPONÍVEL!

  2. 13/09/2007

    Nem dei bola.

    Dinei, a lenda.

    O Atlético Paranaense não deu bola para a Sulamericana, principalmente no jogo de ontem, aliás, deu a bola sim, para o Vaixco.

    Assisti à partida sem stress nenhum, ainda mais por ver em campo praticamente o time de Antonio Lopes com os incríveis Dinei e Marcelo. O Vaixco entrou em campo também com seu time reserva e fez seus gols na hora que desejou, sem esforço.

    Dito isto e vendo a partida de ontem, podemos concluir:

    1 - Assistindo Nei sabemos por que Jancarlos é titular;

    2 - Evandro ainda está com medo de mostrar seus dentes novos, pois se escondeu;

    3 - Dinei?..UAHUAHAUHAUAHAUHAUA....

    4 - Marcelo. Quem? Ele jogou mesmo?....Puxa...nem vi ele...

    5 - Edno é praticante do famoso drible Raio X. Aquele que o jogador tenta passar por dentro de seu marcador e sempre cai no chão, pois não há como contrariar as leis da física.

    6 - NETINHO TEM QUE SER TITULAR. Ele foi o único lúcido de ontem e já merece o colete do time principal faz teeeeeeempo.

    7 - Dinei?....Sério, ele não joga no time da Praça Menonitas.

    8 - Pra fechar: CONCORDEI com a prioridade dada ao Campeonato Brasileiro devido às circunstâncias.


    P.s. Muito legal a iniciativa de uma rádio de Curitiba que antes da transmissão das partidas dos times paranaenses tem rezado o Pai Nosso pedindo pelamordoDeus para que o juiz não use de mão grande contra nossos times. Só se for por intervenção divina mesmo.

    P.s.2. Domingão do Furacão! Contra o Parmêira estaremos juntos, gritando:

    AAAATLÉEETICOOOOO!!!! Um Atlético unido é intransponível.

  3. 09/09/2007

    Atlético. Continuamos com você. Sempre.

    Estou aqui acompanhando o jogo por uma rádio na internet e o consenso é:

    Perdemos gols, gols e mais gols, um atrás do outro. O time domina a partida, mas não consegue converter este domínio em gol. Ney Franco demora, demora e pelo visto esta delonga prejudicou nossa performance. Ramon, que se contundiu em Goiânia, está a mais tempo do que deveria em campo e, Netinho, que é o titular da torcida fica esperando do lado de fora.

    Realista que sou, sei que uma vitória hoje é difícil, nosso time está melhorando claramente, mas ainda falta muito para termos segurança para transformar domínio em vitórias, ainda mais em jogos fora de casa, que neste campeonato são de dificuldade potencializada.

    O sentimento que me domina é o de quase gol. Acompanho pelo Orkut com os amigos, todos juntos. Está difícil. Será difícil.

    Espera......Pedro Oldoni sozinho na área! Perdeu. Perdemos mais um gol. Pois é, assim não tem como.
    Ney finalmente vai modificar o time. Vixe....agora ficou difícil, Somália fez o segundo do Frufru. É, assim caminha nossa agonia, mas eu não desisto. SEI DA FORÇA DO MEU FURACÂO.

    Terminou. Desperdiçamos gols demais e perdemos. Agora reflito: “Nem tanto céu, nem tanto Terra”. O time vem evoluindo e o desespero não faz parte do vocabulário atleticano. Juntos, estamos saindo desta situação.

    Sofremos uma derrota, mas estamos aqui, de pé. Seremos sempre atleticanos, perdendo ou ganhando. Não nos omitiremos jamais. Escreverei perdendo ou ganhando.

    Dito isto, algumas verdades e conclusões que podemos tirar desta partida:

    - Edno tem sua oportunidade, mas não aproveita.
    -Pedro Oldoni é atleticano de coração, mas sente a falta de fundamento por ter pulado as categorias de base.
    - Netinho tem que jogar, merece.
    - Precisamos estar juntos, sempre, são momentos como este que os verdadeiros atleticanos se sobressaem. Não importando o resultado Atlético, domingo contra o Parmêira estaremos juntos de ti. Um Atlético unido é intransponível.

  4. 06/09/2007

    Franca ascensão.

    Netinho, o dínamo.

    Um Atlético infinitamente superior, do início ao fim do jogo, em uma levada constante que nos fez esquecer aquele time inoperante e inconsistente. Uma comunhão de fatores nos faz refletir sobre os motivos que nos fazem respirar aliviados e com esperanças renovadas e expectativas:

    - o desejo declarado de aproximação entre clube e torcida;
    - a volta de Alberto Maculan ao depto de Futebol;
    - a volta de BOLINHA!!! BOLINHA!!!
    - a contratação de Ney Franco e a utilização do 3-5-2.


    Estamos novamente nos sentindo Atlético e ontem fomos bravos e superiores. Vícios encalacrados em nosso time foram eliminados, Valência e Clayton tomaram conta do meio campo, Ramon e Ferreira foram feitos um para o outro e Pedro Oldoni fez sua melhor partida em termos técnicos além de ser premiado com um gol.Netinho entrou muito bem, assim como o garoto Willian provando que o Atlético tem sim um bom elenco, basta saber utilizá-lo.

    O Goiás entrou com sono e o Atlético parecia recém chegado na balada, com vontade de aproveitar, se divertiu e fez de sua noite um happy-hour com amigos memorável. Estou entusiasmado com o desempenho de nosso time e esperançoso de bons frutos num futuro próximo. Ney Franco mostra-se um mineirinho quieto mas muito eficiente e em pouco tempo já mostrou a seus antecessores que a receita para o sucesso do time não era assim tão complicada.

    Nossa zaga está muito segura de si e os gols sofridos ontem foram acidentes de percursso. Viáfara vestiu a camisa 1 para nunca mais largar e Antonio Carlos transmitiu a Danilo e Rodolpho uma tranquilidade digna de zaga uruguaia. A coerência mostrada por Ney Franco em repetir o sistema e o time e, não ficar de teimosias com Dinei e Marcelo demonstram que a falta de humildade em reconhecer os erros foram preponderantes para o insucesso dos técnicos que por aqui passaram este ano.

    É claro que eu não fiquei tranquilo durante o jogo, principalmente depois do gol goiano aos 41min do segundo tempo. Apesar de sentir que a vitória estava garantida, nunca se sabe não é, já vi tanta coisa “diferente” neste campeonato, como aquele penalti espírita e tudo mais, que levantei para pegar uma água na hora que Netinho cometeu falta ao lado da área aos 47 do segundo tempo. Fiquei bem quietinho na cozinha e como meu sogro não esboçou reação, voltei e gritei feliz ao presenciar o apito final.

    Parabéns Furacão! Agora é contra o Fluminense, vamos manter a levada e continuar subindo na tabela. Deixemos a agonia de zona do rebaixamento para quem realmente merece. Lá eles servem achocolatado com sopão e nós atleticanos não precisamos disso para apoiar nosso time, somos furacão perdendo ou ganhando, pois um Atlético unido é intransponível.

  5. 03/09/2007

    Bolinha.
    Bolinha, um símbolo atleticano

    Não, não se assuste. O Atlético bateu sim um bolão ontem, jogou com raça, determinação e qualidade. Bolinha refere-se ao nosso folclórico massagista, que desde fevereiro estava afastado por motivos médicos e finalmente voltou. E, voltou com a alegria atleticana. A torcida que nunca o esqueceu e em todos os jogos gritava seu nome ficou ainda mais feliz com sua presença ontem em campo. Aos poucos parece que as coisas estão voltando ao normal em nossa casa. Obrigado Maculan!

    Ontem fomos Atlético. O Furacão esteve em campo com sua vibrante e diferenciada torcida. Comprovou-se por A+B que diferenças políticas e ideologias marqueteiras não substituem o verdadeiro torcedor. Quem foi, não se arrependeu. Foi emocionante, vibrante e por alguns momentos aterrorizante, pois o jogo não acabava e o Galo vinha com tudo para tentar o empate. Confesso que fechei os olhos em todas as faltas batidas pelo Galo Mineiro no final do jogo e graças a Nossa Senhora do Carmo tudo deu certo e meu Furacão saiu com a merecida vitória.

    O técnico Leão ganhou vários pontos comigo ontem, bem-humorado com a torcida atleticana, que o xingava sem parar, chegou a receber palmas pela boa vizinhança demonstrada. Percebi que o problema dele é com a imprensa mesmo.

    FINALMENTE, jogamos com três zagueiros, FINALMENTE! O torcedor não é pago para treinar, mas entende muito. Desde sempre pedimos este sistema e todos os ilustres técnicos que por aqui passavam teimavam em não usá-lo e o primeiro que o usou não se arrependeu. Não tomamos gol, jogamos muito melhor, estávamos compactos e muito bem postados em campo. Ney Franco está ajeitando o time e acho que acertou a mão ontem.

    E o que dizer de nosso cartel colombiano? Ele nos defende, prepara o golpe e ataca com maestria. Viáfara, Valência e Ferreia são donos de suas posições e tem a confiança e a admiração da torcida. PoliVALÊNCIA não perde uma disputa de bola, tem um passe preciso e passa uma segurança para a torcida que há tempos não se via pelos lados da Arena. Saiu ovacionado de campo. Já Ferreira é ídolo atleticano, com vontade e qualidade está entre os melhores meia-armadores do Brasil e por último, mas não menos importante, nosso arqueiro driblador Viáfara, que vem ganhando a confiança da torcida com personalidade e segurança e pegou para não largar mais a camisa número 1 do Furacão.

    Outro que fez sua estréia ontem foi Clayton. Juntamente com poliValência mandou no meio de campo atleticano e merecia o gol perdido no final da partida. Espero que mantenha o desempenho e que justifique sua contratação, sempre o achei um bom jogador e torço para que tenha um futuro próspero com a camisa atleticana.

    Enfim, foi um jogo feliz para a torcida atleticana, várias famílias, casais e crianças, era um clima inigualável, acho eu, e qualquer resultado diferente de vitória não faria juz à atmosfera rubro-negra. Um Atlético unido é intransponível.

    p.s. O jogo dos braços. Marquinhos do Galo tocou com o braço na bola cometendo pênalti e no final do jogo este mesmo braço sofreu uma luxação séria no cotovelo. Já Geílson, do Furacão, entrou em campo e no primeiro lance caiu de mal jeito e deslocou o ombro. De prontidão o médico atleticano o colocou no lugar, foi uma cena forte de se ver.

  6. 31/08/2007


    Kléber, um atleticano.

    Noite negra....alvi-negra...

    Começamos muito bem o jogo. Deu pra perceber que Ney Franco está tentando mudar o time e que aos poucos está conhecendo melhor suas opções. Temos que ter tranqüilidade e união, pois vamos sim sair dessa situação. A união nos fortalece, o Atlético nos une.
    O resultado de derrota era realmente o mais esperado, o time do Santos é, na minha opinião, o melhor do Brasil em termos de futebol, tática, plantel e principalmente treinador. Foi um bom jogo de futebol e no início da partida fiquei surpreso com o bom desempenho do meu furacão, principalmente pela postura adotada de marcação no campo de ataque e das escalações de Valência, Antônio Carlos e de Pedro Oldoni. Este último não fez uma ótima partida, mas sua presença empurra a zaga adversária para trás possibilitando uma presença de ataque mais contundente, além de no mínimo incomodar os zagueiros, coisa que seus antecessores não faziam.

    Nosso gol foi tão inusitado que nem comemorar o Antônio Carlos pode, machucou-se e nosso grito ficou um pouco preso, parece uma nhaca da braba, mas enfim, estou otimista. Sei que o presente está servindo para trazer humildade para alguns dos nossos e trazer novamente o atlético para o seu torcedor. Nossa diretoria não está se omitindo, está se movimentando fortemente para reforçar o time e acordar o furacão. Espero que acertem desta vez e não me apareça aqui com algum primo-irmão do Dinei ou similares.

    Luxemburgo, técnico estudado e que sempre tem seu time na mão, assimilou o início impetuoso do furacão e mandou seu time para frente, o empate não demorou a acontecer. Nosso rubro-negro sentiu o golpe, perdeu-se em campo e a derrota era iminente. O Santos jogou no ataque, não se acovardou como os bambis no primeiro turno contra o furacão e mereceu a vitória.

    Enfim, esse começo de segundo turno será pesado para o furacão e precisamos estar juntos para livrar nosso time do rebaixamento, basta vencer os jogos em casa. Domingo é dia de Arena cheia e vamos fazer a diferença. A torcida fanática atleticana voltará a ferver o caldeirão, sabemos que o time está precisando de nosso apoio, e nós atleticanos não nos escondemos, somos atleticanos na vitória, na derrota, na fase boa e principalmente na fase ruim.

    P.S. Kléber o incendiário da Arena, agora conhecido como Kléber Pereira, jogou muito e não comemorou seu gol em respeito à torcida do Atlético, torcida que nem sempre foi compreensiva com ele, mas que o tem no hall dos heróis atleticanos. Obrigado pelo respeito cara! Kléber foi um dos melhores atacantes que eu vi em campo, tenho muitas saudades daquele tempo. Parabéns amigo, sou seu fã! Rumo à seleção! Perto de você o tal do Wagner Love é pior que o Dinei.

    P.s.2. Que vergonha o tal do golerinho reserva dos bambis foi me aprontar hein! Bem coisa de bambi! Simulou na cara larga uma agressão por parte da torcida dizendo que foi atingido por uma pilha. Tá na TV fiiii!!..se deu mal bambi!!!

  7. 27/08/2007

    Chama a Puliça!!!

    Quis pensar bem antes de escrever, quis estar mais calmo, mas não consegui. Escrevo direto, sem cores ou destaques porque não estou afim.

    Brasil, país do Zé Carioca, personagem Disney que adora tirar vantagem e levar a vida sem esforço. Personagem caricata de uma cidade caricata, que infelizmente leva a imagem do Brasil pelo mundo afora.

    Era anunciada, deflagrada e iminente a derrota atleticana no sul, por inúmeros motivos, dentre eles a deficiência do time, a má escalação, novo técnico com time velho, enfim mesmos erros. Porém nunca imaginei que seria do jeito que foi.

    Estragou o meu dia, não pela derrota, mas pela maneira que fomos roubados, é revoltante. Somos enganados e roubados todos os dias, mas não fazemos nada. Não existe político honesto e mesmo assim somos obrigados a votar no menos pior, no nosso país não existe verdade, existe interesse. Nosso futebol é reflexo da personalidade que se incutiu no povo brasileiro: roube, mas não deixe ninguém ver. Nesse caso, nós vimos.

    Se as regras fossem mais claras ninguém reclamaria. Por exemplo: times cariocas não caem para a segunda divisão. Já que é esta a prática porque não oficializá-la? O Fluminense caiu e virou a mesa, depois caiu de novo e veio da terceira divisão direto pra primeira. Inocentaram o DÔDOpado e suspenderam o Alex do Juventude. O Flamengo adiou todos seus jogos para poder contar com seus reforços, enfim é triste, podendo ser resumido em uma palavra: BRASIL.

    O Brasil não tem estrutura, nem perfil, muito menos idoneidade para se ter um campeonato por pontos corridos. Em uma final de campeonato, se o meliante roubar, fizer das suas, o país inteiro vê, o mundo inteiro presencia, mas em um joguinho no meio de junho, no interior do Brasil, passa batido. Fizeram contra nosso co-irmão Paraná quando roubaram deles o jogo contra os bambis aqui em Curitiba, justamente pontos que fazem dos bambis lideres, podemos dizer no final do campeonato: “se não fosse o jogo contra o Paraná, os bambis não seriam campeões”.

    Enfim, o modus-operandi do indivíduo que apitou nosso jogo é premeditação óbvia:
    Partidas entre os estados do sul, a CBF, por ordem econômica, sempre escala o trio de arbitragem do estado que não está envolvido. Respondam-me: Por que justamente neste jogo, em que o Atlético disputa vaga com o Flamengo, ao invés de um catarinense veio um juiz carioca apitar a partida? Um juiz declaradamente flamenguista e que para não ofender vou usar um exemplo de sua capacidade: Campeonato passado, este meliante apita Atlético x Corinthians e relata em sua súmula que foi atirado um copo de “SERVEJA” em campo. Antes que falem mal, o erro não foi meu, eu não digitei errado, o infeliz incapacitado escreveu, ou melhor, tentou escrever porque é analfabeto, cerveja com “S”.

    Estou triste, envergonhado de ser brasileiro. A coitada da Ana Paula teve que ficar pelada pra poder ganhar dinheiro, porque errou por centímetros no jogo Figueirense X Botafogo. Agora...esse cara aí, alguém vai querer ver pelado? Talvez tenham uns lá no presídio, pois lá é lugar de ladrão.

  8. 22/08/2007

    Novos Ares.

    Semana sem futebol, mas muito agitada para os lados do Ct do Caju. Tio Pet parece ter acordado de seu sono profundo e as coisas começaram finalmente a acontecer.

    • A torcida pediu ingressos mais baratos. Conseguiu.
    • A torcida pediu para mandar o Lopes para casa. Conseguiu. Com ele foi Lopinho, seu “auxiliar” estilo: “Sim Pop Pai” “Esse é o meu Pop Pai”.
    • A torcida nunca aceitou Yamato na Diretoria de Futebol. Rua pra ele.
    Enfim, o triunvirato da segundona foi desfeito.

    Sai o delegado entra o cantor. Ney Franco, técnico promissor da nova geração. Estilo mineirinho pão com queijo, quem sabe uma musiquinha não alegra a moçada e refaz os ânimos.

    Dentre as disponíveis, achei uma boa pedida. Ney Franco desponta com pioneirismo e olhares para um novo futebol. É fato que a maioria queria Geninho, outros tinham certeza que viria um outro Givanildo Casemiro da Silva, enfim, a diretoria quis uma cara nova, um estilo novo no Atlético e eu acho que acertou. Geninho sempre será bem vindo e um dia voltará, ainda não foi desta vez, pois Geninho é pessoa de bem e nunca largaria o Sport no meio do caminho. Mais um ponto para ele.

    Quem não deve ter gostado foi Clayton, que saiu do Flamengo para se afastar de Ney e Ney veio atrás dele. Coisas da bola.

    A diretoria se movimenta atrás de reforços mais do que necessários e espero que obtenha sucesso. A certeza é que Dinei e Marcelo não podem mais nos representar no front de batalha, pois juntos formam o casal -20, a pior dupla de ataque que já apareceu por aqui e basta Ney Franco tirá-los do ataque para ganhar pontos com a torcida e justificar sua contratação.

    Outra boa notícia foi a saída do Jyraya sem golpe Dyleon Yamato, para a volta de Alberto Maculan para o cargo de Diretor de Futebol, ele vem para seu lugar de origem. Maculan entende do assunto e nunca se soube o porquê de seu desligamento deste cargo.

    Bons ares, novos rumos, um horizonte enfim aberto à nossa frente.

    Nosso novo técnico cantor, Moacyr Franco....ops...Ney Franco tem a confiança do torcedor atleticano para levar o Furacão à novas devastações.

    Torcedores de outros times que sempre estão por aqui, cuidado. O FURACÃO DAS AMÉRICAS ESTÁ TOMANDO FORÇA E EM BREVE APARECERÁ MAIS DEVASTADOR DO QUE NUNCA.

  9. 19/08/2007

    ERA UMA VEZ...

    Não pude ver o jogo, estava na capital catarinense a trabalho e lá fui obrigado a ficar no radinho, muito boa transmissão por sinal, tendenciosa para o figueira, mas nada mais natural e de elogiosa postura, afinal é uma rádio catarinense. Enfim, até os comentaristas catarinenses pensaram como toda a torcida atleticana ao término da partida; ao eleger Netinho o melhor em campo e Lopes o que de pior houve na Arena, enfatizaram o pensamento rubro negro: Nosso técnico está perdido, infelizmente perdido, ele insiste com Dinei e Marcelo e suas substituições são tão óbvias e previsíveis, que o Delegado está prejudicando ainda mais nosso limitado time.

    Para falar de coisas boas, fiquei muito feliz ao ver que a diretoria finalmente caiu em si e baixou o preço dos ingressos. Foi a pedido dos jogadores, é certo, jogadores que sabem da força da torcida fanática atleticana e com certeza acompanham sempre os bate-papos e discussões online, ou através da imprensa e sabiam que esta era uma reivindicação de todo atleticano. A voz atleticana mais uma vez foi ouvida e promulgada através nosso herói Alex Mineiro e de uma nova e boa liderança que desponta na pessoa de Ramon. Alex, que Deus o recupere o mais logo possível, pois estamos precisando e muito de você amigo.

    O Narrador catarinense dizia: “Ai, ai, ai Figueira! Não deixa o Atlético acordar a torcida que aqui (Arena da Baixada) é foooogo!!!” Sei que o estádio não estava cheio, mais pelo atraso no anúncio da promoção, pois a mesma só foi anunciada na noite de sexta, mas pode aguardar Atlético, CONTIGO SEMPRE ESTAREMOS. Estamos até quando não nos querem por perto, imagine agora que você está precisando muito de nosso apoio e pedindo nossa força, JUNTOS SOMOS UM SÓ, JUNTOS SOMOS O FURACÃO.

    P.S.1: Diretoria, continue a ouvir os apelos do seu torcedor, libere de vez a nossa festa, vamos incendiar o caldeirão e tirar o Furacão dessa!

    P.S.2: Lopes, um ataque ataca. UM ATAQUE ATACA! Errar é humano, insistir no erro é coisa de coxa-branca! Fernando Mineiro e Rogerinho na frente por favor!!!

    P.S.3: Pra mim Lopes, e pra grande maioria da torcida, sua ficha já acabou, sua batata já assou e sua sombra já foi embora, só falta você acordar e ir atrás dela. Tire férias! É só passar no Recursos Humanos que tua cartinha já deve estar pronta!

  10. 17/08/2007

    ATLETICANISMO.

    Olá atleticanos. O momento pede uma união em torno da nossa paixão, deixemos de lado nossas rixas e picuinhas contra a diretoria, erros de português e afins e pensemos no nosso futuro.

    Os torcedores se mobilizaram e já está disponível, ainda de maneira online somente, um abaixo-assinado solicitando uma aproximação da diretoria com sua torcida e do time com sua história.

    Entrem no http://www.petitiononline.com/furacao/petition.html e participem.

    Vamus ajudar a mudar nossa história.

    Dentre alguns dias estará também disponível a versão ao vivo para a coleta de assinaturas.

    Até mais e FORÇA FURAÇÃO!

João Marcelo Veras, curitibano, 29 anos, casado. Publicitário há 6 anos, trabalhou nas agências: Modus Operandi, Ericson Straub Design, Guibor Propaganda, Agência Tall. Atualmente é Diretor de Criação da Roteiro Marketing de Informação.

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